Eutanásia mais uma vez aprovada no Parlamento

12 Junho 2022

Documento em que Hitler autorizou o Chefe da Chancelaria (Reichsleiter) Philipp Bouhler e o médico Karl Brandt a aplicarem o programa da eutanásia. Tradução: «Berlim, 1 de Setembro de 1939
O Reichsleiter Bouhler eo Doutor Brandt
ficam incumbidos de alargar a autoridade de certos médicos, a serem designados pelo nome, de forma a permitir que as pessoas consideradas incuráveis por julgamento humano, possam, mediante rigoroso diagnóstico do seu estado de saúde, receber uma morte misericordiosa.»
[Assinado] A. Hitler

Com o PS em maioria absoluta no Parlamento, foi fácil conseguir nova aprovação dos quatro projectos de lei para a «morte medicamente assistida», à semelhança da prática nazi aprovada por Hitler em 1939. É assim — recuando na História e adoptando medidas de regimes obscuros — que o nosso País se vai «modernizando», perante a indiferença da opinião pública e da cumplicidade de um Clero «católico» aparentemente mais preocupado em obedecer às controversas normas sanitárias do Estado socialista do que em pregar o que o Evangelho e a Igreja ensinam sobre a defesa da Vida.

Sem levar em conta os pareceres contrários das Ordens dos Médidos, Enfermeiros e Advogados, sem referendo e sem qualquer outro tipo de sondagem à opinião pública, os projectos de legalização da eutanásia voltaram a ser aprovados no passado dia 9 de Junho, seguindo depois ao trabalho em Comissão Parlamentar, para voltar posteriormente às mãos do Presidente da República.

Como resultado da aprovação na generalidade, deverá sair um texto único, tarefa facilitada pelo facto de os quatro projectos serem praticamente idênticos. Depois, a proposta terá ainda de ir a votação final global e será então enviada para Belém, um processo que só deverá ser terminado na próxima sessão legislativa, em Setembro.

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